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26 novembro 2008

Mário Cesariny de Vasconcelos (09-08-1923 a 26-11-2006)

Faz hoje 2 anos que faleceu uma grande figura publica..


Em todas as ruas te perco 
conheço tão bem o teu corpo 
sonhei tanto a tua figura 
que é de olhos fechados que eu ando 
a limitar a tua altura 
e bebo a água e sorvo o ar 
que te atravessou a cintura 
tanto, tão perto, tão real 
que o meu corpo se transfigura 
e toca o seu próprio elemento 
num corpo que já não é seu 
num rio que desapareceu 
onde um braço teu me procura  

Em todas as ruas te encontro 
Em todas as ruas te perco 

Drogas!!! Que bem que fazem...

O meu blog!!!

O meu blog está quase, quase, quase a fazer anos...

Animais em vias de extinção

Os animais são nossos amigos
Porque os extinguimos?
Vão perguntar os nossos filhos
Onde estão esses bichinhos?

Sem sabermos o que dizer
Olhamos para o chão a pensar
A Baleia Azul está a morrer
E o mundo, prestes a terminar

Podemos fazer alguma coisa
Para os animais salvar
Vamos elaborar uma campanha
Para que os possamos ajudar

Vamos cantar para o lince
Para que possa voltar
Para a Serra da Malcata
Pois é lá o seu lugar.

Recebido por email pela Patricia

25 novembro 2008

Pior que uma despedida...

Só há uma coisa pior que despedires-te de alguém que sabes que nunca mais vais voltar a ver; é despedires-te de alguém que não sabes se algum dia vais voltar a ver...

24 novembro 2008

Nova rubrica

Daqui a uns dias vai ser adicionada uma nova rubrica. Ainda estou a pensar no nome que lhe irei dar. 
Gostava de ter a vossa opinião...
Obrigado.

Meu anjo...


Eutanásia




20 novembro 2008

19 novembro 2008

Perguntaram ao Dalai Lama...




Desilusão

Pensava que gostavas de mim...
...que me querias a teu lado...
Pensava que as amigas serviam para o bem e para o mal...
Porque é que me mentiste?
Achas que merecia...?
Não querias que te visse mal?
Não entendo o porquê...
Pensava que confiavas em mim...
Que éramos aquelas tais, quase almas gémeas...
Uma amizade ultra-intemporal...dizia-se...
Afinal enganei-me...
Continuas como o gelo...
Continuas com os teus mil e muitos segredos, trancados a sete chaves e pelo que consta
deitaste as chaves fora.
Não posso fazer mais nada...
...a escolha foi tua...
Mágoaste-me muito...nem sabes o quanto...
Tu não queres saber, mas as pessoas têm sentimentos...
Era mais simples se tivesses dito que não me querias ao pé de ti...
Perdoar? Não sou de rancores...
Mas vai ser impossivel esquecer...venha que desculpa vier...

Via Coração com buraquinhos

Envolvida em poemas...


Heheheheheheheheheh!!!

A Ministra da Educação entra na clínica onde tinha marcado uma consulta de cardiologia.
Após cerca de uma hora de espera é chamada ao consultório, dizendo-lhe o médico de imediato:
- Por favor dispa-se e abra as pernas.
Espantada, a Ministra da Educação responde:
- Mas, Sr. Dr. ... eu marquei uma consulta de cardiologia.
E o médico esclarece-a de imediato:
- Eu sei, minha senhora, mas eu sou o médico de substituição e sou ginecologista.

Via TOONNICES

18 novembro 2008

Chegará...


Onde andas, pá???


Feliz aniversário Mickey!!!..


Não é para todos, 80 anos de vida!! Que venham outros tantos e mais outros e outros...
Parabens...

16 novembro 2008

Ausência

Há em mim uma vaga fome a que talvez chame ausência.

Não falo de solidão, solidão seria sentir-me vazio, e eu sinto-me transbordante de carinho,de sorrisos, de afectos interesso-me por tanto!

Não sei onde ir nem com quem falar.

Tenho tanto e nada a dizer!
Falta -me quem escute,
uma voz que salte do silêncio
e diga também vejo e penso.

Amigos estão longe na busca constante do que os atormente.

Vejo cada um na sua vida mergulhado noutro mundo que não é nosso.

Estranho como se eu estivesse boiando ao largo de tudo à deriva de quanto rola-se na luta perdida guerra aberta desvairada terra!

Via Magia das Mensagens

15 novembro 2008

14 novembro 2008

Meter a mão no peito!!!


Não quer dizer que tenha que ser no teu próprio peito...

13 novembro 2008

Tabacaria

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
à parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa.
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho genios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, em rol, para o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei que moderno - não concebo bem o quê -
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente

Fiz de mim o que não soube
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olho-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,

Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semi-ergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus, gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.

11 novembro 2008

-Vai uma castanha e um copo de vinho???


- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.

- Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
...

Adivinha...1

Se me rio... de mim sai uma donzela
Mais donzela do que eu
Ela vai com quem a leva
Eu fico com quem me deu...

You Talkin' to Me?


08 novembro 2008

07 novembro 2008

05 novembro 2008

Presidente Barack Obama


Um homem digno derrotou outro homem não digno, numa das mais emocionantes campanhas eleitorais de sempre. Barack Obama, o filho de um imigrante do Quénia, ascende ao mais elevado cargo político do planeta numa prova viva do que é o sonho americano: quem vem do nada pode ambicionar tudo. Em nenhum dos países europeus que gostam de dar lições de moral e de correcção política aos Estados Unidos uma eleição destas teria sido possível. Boa sorte Obama...

Uma piada de merda!!!

P urificando o ar
U ma vez por outra
T udo bem!
A ssim sendo...

Q uero dizer
U ma coisa
E ngraçada

P ara lerem
A o desbarato
R irem?
I nda bem porque é
U ma piada de merda!

Via Saboonices

04 novembro 2008

Um anãozinho!!!

Um anãozinho chega à Amazónia com um machadinho de 15 centímetros e vai preencher os papéis para ser lenhador.
O capataz pergunta-lhe:
- Nome?
- Johnny Short.
- Idade?
- 25.
- Grau de experiência?
- Imensa! Rápido, eficaz e trabalhador! Corto tudo num instante!
- Local anterior de trabalho?
- Deserto do Sahara.
- Sahara? Ouça lá, está a gozar comigo? No Sahara não há árvores!
- Não há agora!

03 novembro 2008

Quem será o proximo presidente dos EUA?

Quem será o próximo presidente dos EUA, Barack Obama ou John McCain???
Se o Barack Obama não ganhar estas eleições é porque os americanos são muito racistas.
O John McCain não tem nenhuma ideia que se aproveite...
Será que se irá fazer história na Casa Branca?

Quem irá ganhar?
- O Primeiro Negro Afro-Americano na Casa Branca ou o adversário de George W. Bush em 2000?

Prisão de Máxima Segurança